Alzheimer, diagnóstico diferencial entre depressão e demências, epilepsia, Hiperatividade e Déficit de Atenção, dificuldades escolares, distúrbios psiquiátricos, doenças degenerativas, distúrbios do desenvolvimento, traumatismos cranianos ou AVC, além de ser indicada antes e após cirurgias do Sistema Nervoso central.



A psicoterapia tem o objetivo de auxiliar as pessoas em seus momentos de dificuldade. Há momentos em nossa vida que não sabemos que recursos utilizar para conseguir superar os problemas que surgem.. A terapia cognitivo-comportamental é uma prática sensível e eficaz que irá ajudá-lo a mudar seus pensamentos de forma construtiva e encontrar soluções e alternativas. É necessário identificar e alterar pensamentos pouco realistas e modificar comportamentos limitantes.



Em muitas fases do desenvolvimento crianças e adolescentes podem apresentar dificuldades. Quando uma criança chega na terapia, muitas vezes tem dificuldade de entender o que é um terapeuta e o que será feito naquele espaço. A psicoterapia infantil trabalha de forma lúdica emoções, pensamentos distorcidos e comportamentos. O trabalho com crianças é diferenciado pois pais, familiares e escola, auxiliando no melhor manejo de dificuldade tanto da criança, como por vezes do ambiente.



O momento da escolha de uma profissão causa muita ansiedade, e diversos fatores como nível de auto-conhecimento, individualização devem ser levados em conta para uma escolha correta. A orientação proporciona momentos de reflexão e avaliação das possibilidades de cada orientando. Durante a avaliação são realizados testes, dinâmicas auxiliando o amadurecimento e tomada de decisão.



Consiste no exame de diferentes funções cognitivas, como: linguagem, memória, percepção, funções executivas, funções visuo-motoras.A avaliação neuropsicológica tem por objetivo investigar quais funções cognitivas estão preservadas e as que estão comprometidas através do uso de instrumentos (testes,baterias,escalas) padronizados realizados por um neuropsicólogo. A Avaliação é recomendada quando existe suspeita de dificuldade cognitiva de origem neurológica ou emocional, em crianças, adolescentes, adultos e idosos, sendo muito útil para diferenciar se a origem do sintoma é de ordem emocional ou cognitiva.



Pode ser realizada em crianças, adultos e idosos. A ANP é indicada em c

A reabilitação neuropsicológica caracteriza-se por um conjunto de práticas em que o profissional atua junto com o paciente com perda cognitivas (decorrentes de acidentes, demências, AVC, TDAH, etc) buscando reduzir os efeitos de déficits cognitivos e alterações de comportamento que prejudicam o desempenho adequado em tarefas do cotidiano. A reabilitação é um processo individualizado e planejado a partir da avaliação neuropsicológica detalhada do paciente , que busca a partir das habilidades preservadas, levar à plasticidade neuronal, ou seja, a capacidade do cérebro de compensar prejuízos cognitivos ou motores através de células nervosas saudáveis. São utilizadas estratégias compensatórias, aquisição de novas habilidades e a adaptação às perdas permanentes, bem como orientação a familiares e profissionais. A reabilitação é voltada para as necessidades e habilidades de cada indivíduo, possibilitando, desta forma, melhorar a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes e família.







A DP é uma desordem degenerativa do sistema nervoso central. Ela é crônica e progressiva, isto é, mantém-se por um longo período de tempo e piora durante este período. Sua causa ainda não está completamente entendida e pensa-se que haja uma combinação de suscetibilidade genética e exposição a fatores ambientais que seriam o gatilho inicial para a doença. A causa direta dos sintomas da DP é perda de dopamina que é o neurotransmissor responsável pelo nosso movimento mais delicado e com objetivo. Além da dopamina há perda também da noraepinefrina, que é o neurotransmissor responsável pelo controle do sistema nervoso simpático, assim podem ocorrer os chamados sintomas não-motores como cansaço e alteração da pressão sanguínea, além de distúrbios do sono, constipação, dores.

A cirurgia consiste em implantar um eletrodo cerebral em um ponto específico dos núcleos da base do cérebro. Isto pode ser feito em um ou nos dois lados do cérebro, dependendo dos sintomas do paciente. Deste eletrodo saem conexões que são ligadas em um gerador (tipo um “marcapasso”) que fica sob a pele do tórax. É através deste gerador que o médico programa a intensidade de sinal enviado ao cérebro para controlar os sintomas da doença. O nome deste sistema é DBS, sigla em inglês para estimulação cerebral profunda. O objetivo primário do DBS é reequilibrar o circuito cerebral através de uma estimulação elétrica seletiva e reversível do núcleo selecionado, melhorando o déficit neurológico e também comportamental. Ou seja, a pessoa vai ficar mais funcional.



A dor crônica atinge 30% da população mundial. Além dos remédios, hoje existem diferentes tratamentos para amenizar os efeitos da dor crônica. Ela pode ser tratada implantando uma bomba de infusão ou um neuroestimulador medular.

A Bomba de Infusão intratecal de fármacos é um tratamento no qual um cateter é colocado dentro da coluna do paciente, mais precisamente no espaço subdural, onde há o famoso “líquido da espinha”, e é conectado sob a pele com a bomba infusora, espécie de “marcapasso”, que fica implantada no abdômen, abaixo da pele e sobre a musculatura. Com isso é possível calcular a dose que será liberada continuamente ou em pulsos, atuando de forma mais precisa diretamente sobre o sistema nervoso. A bomba de infusão também pode ser utilizada para tratar a espasticidade que ocorre em casos como sequela de paralisia cerebral, AVC, trauma medular, esclerose múltipla.

O Neuroestimulador Medular é indicado para pacientes que apresentam dor neuropática, como a que ocorre na hérnia de disco, permanência de dor após cirurgia de coluna e nas chamadas dores mistas. A função do neuroestimulador é criar um bloqueio da dor através de um estímulo como se fosse um formigamento ou pressão que faz com que a dor seja “mascarada”. Isso permite um controle maior da dor do paciente que também é auxiliado através da geração de relatórios que o gerador implantado envia ao médico, de modo, a mudar de uma dor subjetiva para um controle e gerenciamento objetivo da dor.